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Programa criado para levar faculdades de medicina ao interior não atinge sua meta e estudantes ainda precisam migrar para cursar a graduação

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Programa de graduação de medicina no interior não atinge a meta. Foto: Blog UniFOA

Apenas 30% das vagas abertas desde 2013 pelo programa do Mais Médicos de levar faculdades de Medicina às cidades do interior, ficam nos municípios prioritários, que não possuíam escolas médicas antes.

A maior concentração dos cursos fica nas regiões mais ricas do país, se mantendo em 56% das vagas criadas em instituições de ensino Sul e do Sudeste. Ainda assim o aumento das vagas não facilitou o ingresso de estudantes mais pobres à graduação de Medicina.

Em universidades provadas está o maior número de postos criados, sendo 83% e cobram pelo menos R$ 6 mil de mensalidade, um valor totalmente fora da realidade de uma pessoa da classe desfavorecida.

O governo federal estipulou uma meta de criar 11.400 vagas de graduação em Medicina entre 2013 e 2017, focando em cidades do interior que ainda não tivesse faculdade médica.

A meta foi alcançada, o MEC autorizou 13.624 novas vagas, mas apenas 2.747 (20%) delas, no entanto, seguem todos os critérios dos editais abertos dentro do programa Mais médicos.

Os cursos criados em cidades que atendiam à regra do Mais Médicos, ficam concentrados em municípios dos grandes centros. Fazendo com que estudantes do interior ainda precisem migrar para cursar a graduação.

Fonte: UOL

https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2018/12/04/so-13-de-novas-vagas-de-graduacao-vai-para-areas-prioritarias-do-mais-medicos.htm.

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