O Japão vem se preparando para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tokyo em 2020 há pouco mais de um ano e o país já vem se preparando para os ataques cibernéticos que podem ocorrer durante o evento. 

Com a proliferação de dispositivos inteligentes como drones, os ataques provavelmente terão um aumento não apenas em número, mas em complexidade. 

Os organizadores dos jogos olímpicos anteriormente já haviam enfrentado um número enorme de ataques cibernéticos, estimado em 500 milhões de tentativas durante os jogos do Rio 2016, e 250 milhões nos Jogos de Londres em 2012. Tóquio, a cidade que sediará os próximos jogos, já está se preparando para enfrentar uma ameaça similar, ou ainda maior.  




 

Os organizadores afirmaram que já haviam enfrentado uma ameaça em setembro de 2018, quando um grupo de hackers tentaram, sem sucesso, invadir e roubar informações privadas de pessoas dos EUA e Japão, a fim de enviar falsas ofertas de ingressos. 

Toshio Nawa, diretor executivo e analista sênior de Segurança da Cyber Defense Institute, disse que a empresa de consultoria de segurança de Tokyo já alertou que as pessoas devem permanecer à postos para enfrentar qualquer ameaça e ataques virtuais.

“Os hackers podem usar um ataque cibernético para mostrar um alerta de emergência falso, por exemplo um grande terremoto ou acidente nuclear, no placar eletrônico durante a cerimônia de abertura e depois lançar vários drones capazes de interceptar sinais móveis causando um enorme pânico”, afirmou. 

Em junho, o Japão também anunciou que não serão permitidos uso de celulares para vídeos, fotos e redes sociais durante a exibição dos Jogos de 2020. 

 

 

 

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