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Após reabrir o caso, polícia prende homem por abuso fatal de enteada em 2006

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Shinsuke Hota abusou de sua esposa e assassinou a bebê. Foto: Yahoo!ニュース

TÓQUIO – Um homem foi preso sob suspeita de abusar de sua enteada de 11 meses de idade há 12 anos, depois que agentes da lei reabriram uma investigação sobre o caso no início deste ano, informou a polícia em 8 de novembro.

O Departamento de Polícia Metropolitana (MPD) levou Shinsuke Hotta (42), sob custódia em 7 de novembro, sob a suspeita de ferir fatalmente o bebê. Hotta admitiu as alegações durante o interrogatório, disse a polícia.

“Eu definitivamente fiz isso. Eu gostaria de expiar o meu crime”, ele foi citado como contado aos investigadores. A polícia o citou dizendo que ele estava “irritado” na época.

Os investigadores do MPD suspeitam que Hotta tenha abusado da vítima regularmente. Ele é especificamente acusado de agredir e ferir Ai Sakurai, a filha de sua esposa na sua casa em Shinjuku Ward, no dia 30 de dezembro de 2006. Em março de 2007, a criança morreu de pneumonia causada por uma hemorragia subdural que ela sofreu como resultado do alegado abuso.

Hotta estava morando com sua esposa e Ai na época. Ele estava sozinho com o bebê em seu apartamento.

Ai ficou inconsciente depois que Hotta supostamente abusou dela, e ele alertou os serviços de emergência. Após o incidente, Hotta disse ao MPD que Ai foi ferida depois que ela caiu de uma mesa. Na época, a polícia de Tóquio suspeitava de abuso. Hotta e sua esposa se divorciaram em 2012.

No início de 2018, a unidade do MPD responsável pelas investigações sobre casos de resfriado reabriu sua investigação sobre o incidente, e obteve depoimentos de vários médicos de que Ai, não teria sofrido ferimentos tão sérios se tivesse caído de uma mesa.

Suspeitando que Hotta abusou da vítima, o MPD começou a interrogá-lo em 4 de novembro de forma voluntária.

O estatuto de limitações para infligir ferimentos fatais foi estendido para 20 anos a partir de 10 anos, com uma revisão do Código Penal e leis relacionadas em 2010, permitindo que o MPD reabrisse este caso.

Fonte: Manchini Shimbun

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