Nesta terça-feira, depois de surgir um relatório que falava sobre uma possível separação das suas gigantes montadoras japonesas perante o escândalo de Carlos Ghosn, a Nissan Motor Co., disse que “de maneira alguma” planeja encerrar sua parceria com a Renault.  

Os relatórios da Financial Times, da Grã-Bretanha, citaram na segunda-feira, “várias pessoas com conhecimento no assunto” dizendo que os executivos da empresa atingida por escândalos, estão cogitando um plano secreto de uma possível separação da empresa Renault.  

Entretanto, em um comunicado divulgado nesta terça-feira, a Nissan firmemente negou as afirmações e disse que a “Nissan não pensa em dissolver a aliança”.  

“A nossa aliança é a fonte da competitividade da Nissan”, disseram os representates da Nissan. “Os resultados favorecem todas as empresas membros”, acrescentou. 

Na parceria, que também incluía a Mitsubishi Motors, tem surgido preocupações desde a prisão de seu ex-chefe Ghosn, por acusações de má conduta financeira.  

Ghosn, que no mês passado pagou a fiança em julgamento no Japão e fugiu para o Líbano, alega que as acusações contra ele foram elaboradas por executivos insatisfeitos da Nissan, na esperança de impedir seus planos de integrar mais estreitamente a montadora à Renault. 

Em uma entrevista coletiva concedida no Líbano, Ghosn disse que a aliança estava fragilizada e sem direção.  

O novo chefe da aliança, Jean-Dominique Senard, reagiu aos relatos de Ghosn, dizendo que as reivindicações e parcerias “não tinham conexão com a situação atual”.  

“A aliança da Renault com a Nissan não está morta! Em breve mostraremos o porquê”, afirmou Senard. “Eu me pergunto se esse tipo de informação vem de uma fonte com boas intenções”, completou. 

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