O modelo de negócio do Uber encaixou-se como uma luva no Brasil, revolucionou a forma de transporte e caiu no gosto dos brasileiros devido a praticidade e baixo custo da tarifa.




 

No Japão conta com um forte acionista, o SoftBank Group. O modelo de negócio do Uber não teve o mesmo resultado no Japão, o transporte de pessoas é tratado com rigor, um motorista sem licença está vetado de realizar o transporte de passageiros. Mas o Uber atento à restrição está emplacando inusitadamente um negócio no país do Sol Nascente: a entrega de lámen com vovós através do Uber Eats.

A ideia começa grande, são 10 mil restaurantes e 15 mil entregadores em 10 cidades japonesas. O negócio atende 15% da população japonesa, mas pode crescer muito mais, nos EUA atende 70%. O número de funcionários contratados com carteira assinada gira em torno de 22 mil funcionários, atuam na gestão de contas, vendas e operações locais.

As entregas de lámen feito pelos idosos são feitas a pé, sem a utilização de bicicletas ou patinetes. “É uma forma do idoso buscar uma ocupação e ainda se exercitar”, disse o CEO da empresa, Dara Khosrowshahi.

Além do Uber Eats, o Uber fechou parcerias com empresas de táxis e atua também em destinos turísticos de Kyoto, Osaka e Hiroshima.

O modelo de negócio do Uber despertou interesse da Sony, que lançou a startup Japan Taxi e da chinesa Didi Chxing.

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