O governo da Austrália determinou que usará uma lei de biossegurança para limitar a movimentação de pessoas com suspeita de coronavírus, após um médico ter contraído a doença, mesmo negando ter viajado para o exterior ou atendido alguma pessoa com suspeita de coronavírus, nomeado de COVID-19 pela OMS. 

Em meio aos temores generalizados, o procurador-geral Christian Porter disse que o governo determinará alguns lugares como “fora dos limites” ou colocaria o paciente em prisão domiciliar. 

“Sob a lei da biossegurança, você poderia impedir a circulação de pessoas dentro e fora de lugares específicos”, disse Porter à Australian Broadcasting Corp. 

“Você pode ter um grande evento esportivo em que as pessoas estejam muito próximas umas das outras e … pode ser determinado que o risco de transmissão em um local como esse seja alto demais”. 

A lei que foi promulgada em 2015, nunca foi usada fora do setor agrícola.  

Desde 1º de fevereiro, a Austrália impediu a entrada de estrangeiros diretamente da China, onde o vírus se originou. 

A China é o maior parceiro comercial da Austrália e a medida impediu que milhares de estudantes e turistas entrassem no país. 

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