As medidas para criar um ambiente mais seguro para as minorias nas universidades japonesas estão ganhando forças em todo o Japão, com grupos de ex-alunos e professores promovendo ideias para aprofundar o conhecimento e fornecer apoio à comunidade LGBT. 

“Quero fazer da minha sala de aula um lugar onde as minorias sexuais possam estudar com confiança”, disse Gon Matsunaka, 43 anos, em uma sala de aula na Universidade Hitotsubashi, em Tóquio, em setembro. 

Matsunaka, presidente da Pride Bridge, um grupo voluntário de graduados em Hitotsubashi, disse que apoia o movimento por também fazer parte. Ele também trabalha em uma organização que apoia as minorias. 

Em setembro deste ano, a Pride Bidge e o Centro de Pesquisas em Gênero e Ciências Sociais da universidade, concordaram em cooperar e incentivar a criação de um ambiente livre de preconceito nas salas de aula. 




 

Juntos eles promoveram cerca de 13 palestras sobre temas que envolvem o casamento entre pessoas do mesmo sexo e questões empregatícias LGBT. O acordo também esboçou planos para que os indivíduos LGBT possam ter um local para se reunirem e discutirem sobre o assunto. 

A motivação ocorreu após um incidente em 2015, no qual um estudante de uma universidade tirou a própria vida depois de ser agredido por um colega de classe, na qual ele confiou em confessar ser gay. 

Matsunaka, que ainda era docente na época, sentiu-se muito abalado pela notícia e por conta disso, criou a Pride Bridge. 

No mês passado o grupo convidou dois estudantes de pós-graduação para palestrar sobre pesquisa de gênero. Em uma parte da conversa eles disseram que “se alguém lhe procurar para conversar algo importante, antes de tudo você primeiro deve abrir-se para entendê-los de coração” 

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