A montadora francesa Renault fez uma declaração pública no dia 10 de janeiro e segundo ela, investigação apontou que os vencimentos de Carlos Ghosn entre o ano de 2017 e 2018 “está de acordo com a lei, não houve fraude”.
Uma ex-burocrata da polícia foi contratada pela Renault, depois da prisão de Ghosn para realizar uma investigação interna na empresa. O resultado foi apresentado na reunião do conselho administrativo da companhia, na quinta-feira.
A investigação de que antecede ao ano de 2017 continua e deverá ser apresentada seu progresso na próxima reunião.
Fonte: Portal Mie
http://www.portalmie.com/atualidade/noticias-do-japao/crime/2019/01/caso-ghosn-renault-declara-nao-houve-fraude-e-imprensa-internacional-critica-japao/.