IDH 2018: Brasil ocupa a 79ª posição

- 14 de setembro de 2018

OBrasil ocupa o ranking de número 79 do Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, foi o resultado da análise promovido pela Organização das Nações Unidas – ONU

O país está no grupo considerado “Alto desenvolvimento humano”, no grupo “Muito alto desenvolvimento humano” estão 59 países.

Confira a lista:

1 – Noruega 0,953

2 – Suíça 0,944

3 – Austrália 0,939

5 – Alemanha 0,936

7 – Hong Kong 0,933

12 – Canadá 0,926

13 – Estados Unidos 0,924

19 – Japão 0,909

41 – Portugal 0,847

44 – Chile 0,843

47 – Argentina 0,825

55 – Uruguai – 0,804

60 – Irã 0,798

69 – Trindade e Tobago 0,784

73 – Cuba 0,777

74 – México 0,774

78 – Venezuela 0,761

79 – Brasil 0,759

86 – China 0,752

89 – Peru 0,750

90 – Colômbia 0,747

110 – Paraguai 0,702

113 – Filipinas

118 – Bolívia

130 – Índia

O IDH mede o nível de desenvolvimento humano como critérios indicadores de educação, longevidade e renda. O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo, os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto.

Para a avaliação da dimensão educação, o cálculo do IDH municipal considera dois indicadores com pesos diferentes. A taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos de idade tem peso dois, e a taxa bruta de freqüência à escola peso um. O primeiro indicador é o percentual de pessoas com mais de 15 anos capaz de ler e escrever um bilhete simples, considerados adultos alfabetizados. O calendário do Ministério da Educação indica que, se a criança não se atrasar na escola, ela completará esse ciclo aos 14 anos de idade, daí a medição do analfabetismo se dar a partir dos 15 anos.

O segundo indicador é resultado de uma conta simples: o somatório de pessoas, independentemente da idade, que frequentam os cursos fundamental, secundário e superior é dividido pela população na faixa etária de 7 a 22 anos da localidade. Estão também incluídos na conta os alunos de cursos supletivos de primeiro e de segundo graus, de classes de aceleração e de pós-graduação universitária. Apenas classes especiais de alfabetização são descartadas para efeito do cálculo.

Para a avaliação da dimensão longevidade, o IDH municipal considera o mesmo indicador do IDH de países: a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra o número médio de anos que uma pessoa nascida naquela localidade no ano de referência (no caso, 2000) deve viver. O indicador de longevidade sintetiza as condições de saúde e salubridade do local, uma vez que quanto mais mortes houver nas faixas etárias mais precoces, menor será a expectativa de vida.

Para a avaliação da dimensão renda, o critério usado é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero).

No caso brasileiro, o cálculo da renda municipal per capita é feito a partir das respostas ao questionário expandido do Censo – um questionário mais detalhado do que o universal e que é aplicado a uma amostra dos domicílios visitados pelos recenseadores. Os dados colhidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são expandidos para o total da população municipal e então usados para o cálculo da dimensão renda do IDH-M.

Fonte: Mundo-Nipo