O futebol asiático vem sofrendo em grandes proporções desde o surto do vírus COVID-19, também conhecido como coronavírus, levando a mudança de um grupo de qualificação olímpica para a Austrália, sendo obrigadas a saírem de Wuhan, China. Além disso, também houveram reagendamentos e adiantamento dos jogos na Liga dos Campeões da Ásia, na qual envolvia clubes chineses. 

Na Coréia do Sul, espectadores que foram aos jogos da ACL, também foram solicitados a preencher um formulário onde teriam que descrever detalhadamente seus recentes históricos de viagem e condições de saúde. Em seguida, os mesmos deveriam passar por uma câmera de temperatura, para certificar-se de que não haviam pessoas febris. 

De acordo com o jornal local Chosun, um torcedor do FC Tokyo que relatou viagens recentes a Cingapura e Malásia foi levado a um hospital local após registrar uma febre de 38 graus Celsius. 

Com a disseminação do vírus limitada no Japão, a J. League não foi afetada como as outras competições vizinhas. A liga ainda distribuiu máscaras descartáveis para os membros midiáticos que cobriam a Super Cup no último sábado. 

Uma lista cada vez mais crescente de clubes, anunciou a suspensão de permissão que os fãs pudessem comparecer aos treinamentos, a fim de proteger os atletas perante os riscos aumentados.  

Além disso, muitos jogadores estrangeiros estão se sentindo desconfortáveis perante a postura de Arthur Silva, jogador de futebol em Tokyo, ao canal de televisão brasileiro Globo esporte.  

Ele disse que não sai mais de casa, por medo de contaminação. 

“Sinto-me ameaçado por potencialmente não saber quem está infectado ou quem é contagioso”, disse o meio-campista do segundo ano ao canal brasileiro. “Até agora não há necessidade de deixar o Japão e ir para casa (para o Brasil), mas se a situação piorar, é algo para se pensar”. 

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