Início Mundo Crime 50 nações prometem combater o cybercrime; EUA e Rússia não estão entre eles.

50 nações prometem combater o cybercrime; EUA e Rússia não estão entre eles.

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Mais de 150 empresas de tecnologia prometeram fazer mais para combater atividades criminosas na internet. Foto: Mumbai Live

PARIS – Cinquenta países e mais de 150 empresas de tecnologia prometeram na segunda-feira fazer mais para combater atividades criminosas na internet, incluindo interferência em eleições e discursos de ódio. Mas os Estados Unidos, a Rússia e a China não estão entre eles.

O grupo de governos e empresas prometeu, em um documento intitulado “A chamada de Paris para confiança e segurança no ciberespaço”, trabalhar em conjunto para prevenir atividades maliciosas como a censura online e o roubo de segredos comerciais.

O impulso é apoiado por países da UE, Japão e Canadá, além de gigantes da tecnologia como Facebook, Google e Microsoft, entre outros.

O presidente francês, Emmanuel Macron, pressionou pela iniciativa, cuja inauguração acontece um dia depois de dezenas de líderes mundiais se reunirem em Paris no domingo para o centenário do fim da Primeira Guerra Mundial.

Falando no Fórum de Governança da Internet, organizado pela Unesco, agência cultural da ONU, com sede em Paris, Macron disse que é urgente regulamentar melhor a Internet.

O líder francês também disse que o Facebook aceitou deixar que uma equipe de autoridades francesas observasse a forma como monitora e remove o conteúdo do discurso de ódio.

Isso acontecerá no início do próximo ano, e o objetivo é “elaborar propostas conjuntas precisas e concretas sobre a luta contra o discurso de ódio e conteúdo ofensivo”, disse Macron.

Falando em outra cúpula focada em novas tecnologias na prefeitura de Paris, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, disse que “uma das coisas que temos que fazer como uma sociedade como líderes tecnológicos é garantir às pessoas que a inovação e a tecnologia irão capacitá-los de uma forma que eles se sintam parte do mundo que estamos construindo, dos locais de trabalho que estamos criando. ”

Fonte: Asahi Shimbun

 

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