296 visualizações 2 min 0 Comentário

Recorde de Ações Legais contra Perseguição, Japão Estabelece Novo Patamar

- 29 de março de 2024

Alarmante Aumento: 19.843 Casos de Perseguição, Um Crescimento Preocupante em Consultas.

Em 2023, o Japão testemunhou um aumento sem precedentes nas ações contra a perseguição, estabelecendo um novo patamar com 1.963 ordens de proibição sob a Lei de Controle de Perseguição. Este número representa o pico histórico de medidas legais tomadas para combater esse tipo de crime no país. A Agência Nacional de Polícia do Japão divulgou dados alarmantes, revelando um acréscimo de 712 consultas sobre incidentes de perseguição em comparação ao ano anterior, totalizando impressionantes 19.843 casos. Desde 2012, o número de consultas sobre perseguição manteve-se próximo da marca dos 20.000, evidenciando uma preocupação constante com essa questão.

As ordens de proibição de 2023, especificamente direcionadas a reincidentes com o objetivo de impedir a continuação da perseguição, marcaram um recorde desde a introdução de alterações significativas na Lei de Controle de Perseguição. Desde 2017, observa-se um aumento anual no número de ordens emitidas, refletindo o esforço contínuo e crescente das autoridades japonesas em lidar com esse problema.

Além disso, o ano passado também registrou um total de 1.708 detenções por crimes de perseguição, que incluíram casos graves como 18 tentativas de homicídio, 100 agressões e 146 atos de violência. Esses números sublinham a gravidade e a urgência em abordar a perseguição no Japão.

Para enfrentar eficazmente este desafio, as forças policiais em todo o país têm implementado medidas proativas, como a monitorização frequente de indivíduos considerados de alto risco e a melhoria na comunicação e partilha de informações entre diferentes departamentos policiais. Essas ações visam não apenas prevenir incidentes futuros de perseguição, mas também garantir a segurança e o bem-estar das potenciais vítimas.

Portal Mundo-Nipo
Sucursal Japão – Tóquio
contato@mundo-nipo.com.br

Comentários estão fechados.