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Verão Escaldante no Japão, Prepare-se para o Calor Intenso de 2024

- 26 de maio de 2024

Aumento das Temperaturas: O Que Esperar Entre Junho e Agosto.

É altamente provável que o Japão enfrente um verão escaldante este ano, após registrar o verão mais quente de sua história no ano passado. As temperaturas médias devem ser elevadas entre junho e agosto em todo o país, com um aumento significativo previsto para agosto, conforme a Agência Meteorológica do Japão.

Dependendo das condições climáticas, este verão pode ser tão quente quanto o do ano passado, com potencial para ser catastrófico. A agência meteorológica está aconselhando as pessoas a inspecionarem seus aparelhos de ar condicionado e a acostumarem seus corpos ao calor como medidas preventivas para evitar a insolação.

Um dos fatores por trás do calor intenso é o fenômeno La Niña. Durante este fenômeno, os ventos alísios no Oceano Pacífico tropical se intensificam, resultando em temperaturas do mar mais baixas ao largo do Peru e mais altas próximas ao Sudeste Asiático. Isso aumenta a probabilidade de que a alta pressão atmosférica perto do Japão seja empurrada para o norte, trazendo temperaturas elevadas.

“A probabilidade de ocorrência de La Niña aumenta em agosto”, afirmou um funcionário da agência.

As temperaturas médias de junho a agosto na última década têm sido mais altas do que o normal. Além disso, o Japão tem registrado períodos mais longos de calor sufocante, com Tóquio registrando 57 dias consecutivos de temperaturas máximas de 30 graus Celsius ou mais no ano passado.

A agência meteorológica está pedindo às pessoas que verifiquem se seus aparelhos de ar condicionado estão funcionando corretamente, pois os serviços de reparo podem estar sobrecarregados no pico do verão e novas unidades podem estar esgotadas nos varejistas.

O site da associação dedicada à prevenção da insolação também recomenda que as pessoas pratiquem exercícios leves e tomem banhos para se aclimatarem ao calor. Ao fazer atividades que induzam suor intencionalmente por cerca de duas semanas, as pessoas podem preparar seus corpos para os dias mais quentes.

Entre maio e setembro do ano passado, 91.467 pessoas foram levadas às pressas para o hospital por insolação, o segundo maior número desde que os registros começaram em 2008, segundo a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres. As mortes relacionadas com a insolação ultrapassaram os 1.000 casos anualmente desde 2018, excluindo 2021, de acordo com um cálculo do Ministério da Saúde.

Medidas como hidratação frequente e uso de guarda-sóis serão mais necessárias do que o habitual este ano para resistir ao esperado período de calor.

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